Saturday, September 12, 2009
Friday, September 11, 2009
Thursday, September 10, 2009
Wednesday, September 09, 2009
Tuesday, September 08, 2009
Monday, September 07, 2009
7 de setembro
Monday, August 31, 2009
Sunday, August 30, 2009
Wednesday, June 10, 2009
Esquizofrenia: tratamento físico ou espiritual?

Atuação de Bruno Gagliasso em novela das oito tem sido importante para o combate ao estigma acerca da doença
Por Felipe Pinheiro
Bruno Gagliasso e o combate ao estigma
A esquizofrenia no Brasil voltou a ser amplamente discutida desde que o personagem Tarso na novela ''Caminho das Índias'' - interpretado pelo ator Bruno Gagliasso - passou a retratar a realidade de uma parcela de indivíduos, alvo de preconceitos. ''Falar desse assunto é muito importante porque as pessoas não têm noção do que é esquizofrenia. Pensam que o esquizofrênico fica girando, de cabeça para baixo e não é assim'', disse Gagliasso que recentemente lançou um blog (http://gagliassoblog.com/) voltado a debater sobre a doença.
''Um personagem assim na novela das oito é tudo o que a gente sempre sonhou, do ponto de vista de combater o estigma. Não tem nada mais poderoso do que isso'', defendeu Bressan, durante a palestra da Jassen-Cilag.
Famoso bailarino ucraniano, Vaslav Nijinsky chamou a atenção da Escola Imperial de Ballet de São Petersburgo aos 10 anos, quando foi aceito pela instituição ao ingressar nas aulas de dança. Com louváveis movimentos artísticos, o bailarino assumiu um posto de vanguarda na época: pela primeira vez um homem atraiu a atenção do público num estilo que as mulheres dominavam.
Anos mais tarde, o despontamento glorioso do artista deu lugar ao isolamento social, incoerência mental e crises de agressividade. Em 1919, aos 30 anos de idade, o bailarino adoeceu e foi diagnosticado com demência precoce - a chamada esquizofrenia. "Sei que Deus queria essa guerra. Sei que Deus não quer guerras, e foi por isso que enviou horrores aos homens'', relatou num discurso ambivalente publicado em Os Cadernos de Nijinsky.
Com origens incertas - existe um misto entre fatores genéticos/hereditários e ambientais/sociais -, a esquizofrenia tem sido debatida a fim de que estigmas se enfraqueçam e dêem lugar à possibilidade de inclusão social aos portadores da doença, por meio de tratamentos indispensáveis. ''A esposa de Nijinsky fez o máximo possível para tratá-lo. Ele foi levado aos melhores psiquiatras, ficou internado até o final da vida e nunca mais dançou. Não havia [medicamentos] antipsicóticos nessa época'', avaliou o Dr. Hélio Elkis, coordenador do Programa Esquizofrenia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em palestra sobre o assunto, na terça-feira passada, dia 2 de junho, promovida pela indústria farmacêutica Janssen-Cilag.
Conhecida pelos delírios e alucinações, a esquizofrenia apresenta-se com sintomas classificados pela comunidade psiquiátrica como negativos (o indivíduo fala pouco, tem pouca vontade, pouco prazer, perde a capacidade de contato afetivo e tem um discurso desorganizado). Segundo o Dr. Daniel Martins, do Instituto Bem-Estar, ''normalmente ela se manifesta em adultos mais jovens, pode surgir de forma relativamente brusca, ou lentamente, com uma mudança progressiva do jeito de ser da pessoa, antes de evoluir para os sintomas mais graves''.
A esquizofrenia atinge cerca de 1,4 milhão de brasileiros e 1% da população mundial. Uma boa forma de combatê-la é entendê-la como uma doença tratável. John Nash, matemático norte-americano ganhador do Prêmio de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel pela Teoria dos Jogos, em 1994, desenvolveu paranóias ainda quando estudava na Universidade de Harvard. ''Ele nunca mais teve a mesma produção intelectual, mas é alguém que conseguiu dominar a doença. Isso é porque tem tratamento'', ressalta Elkis.
Tratamento
De acordo com Martins, ''os medicamentos são bastante eficazes, mas possuem efeitos colaterais diferentes e devem ser escolhidos de acordo com o perfil de cada paciente''. A principal função dos antipsicóticos é atenuar os sintomas positivos, reconhecidos como os delírios e as alucinações. ''Os medicamentos bloqueiam a dopamina e impedem essa superprodução. Aí você tem uma melhora dos sintomas psicóticos'', explica Elkis.
No entanto, para a estabilização do problema, são necessários tratamentos psico-sociais assim como a participação da família. ''O acompanhamento familiar é fundamental em qualquer estratégia terapêutica adotada, e sem ele a perspectiva de melhora é muito pior'', afirma Martins. A compreensão dos parentes garante um progresso significativo para o esquizofrênico. ''O cérebro das pessoas está processando. É verdade que existe uma voz, mas não uma voz que a gente ouve. É preciso afirmar que a vivência dele é real, mas que essa voz não existe no mundo externo'', destaca o psiquiatra Rodrigo Bressan, professor da pós-graduação do Instituto de Psiquiatria da Unifesp.
Com a adesão ao tratamento, as chances de controlar a demência se tornam possíveis. Para Martins, ''normalmente considera-se a esquizofrenia uma doença crônica, embora existam casos de regressão praticamente total dos sintomas''.
Corpo, mente e espírito
Demônios, extraterrestres, vozes depreciativas, sensação de perseguição e delírios de identidade, são alguns dos sintomas psicóticos presentes nas fases agudas do esquizofrênico. A fim de buscar uma relação da doença com questões espirituais, o Guia-me conversou com a psicóloga cristã Ana Maria Machado.
''A Bíblia relata diversos casos de pessoas que sofreram possessões e opressões demoníacas e que podem ter comprometido seu estado psíquico'', relata a psicóloga que observa o tratamento na sua integralidade - tanto espiritual quanto física. ''Se não for encaminhada para um tratamento eficaz, e ficar somente em orações e libertações, poderemos estar comprometendo a sua recuperação. (...) Devemos sempre lembrar que somos corpo, mente e espírito. É preciso cuidar de todas as partes'', alerta.
''A oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará'' (Tiago 5:15). A sugestão de Ana Maria é que em primeiro lugar a família busque tratamento médico e estabeleça uma boa relação com os amigos e irmãos da Igreja, afinal, segundo ela, quando um membro adoece, toda a família também fica doente. ''Entrar em oração é mais do que buscar por uma auto-ajuda, é buscar pela ajuda do alto. Creia que é possível ser feliz e ter uma vida normal, apesar da doença'', aponta.
Sobre a possibilidade de cura, a psicóloga entende que ''até há pouco tempo a esquizofrenia era tida como incurável". "Hoje, porém, uma boa porcentagem de pessoas que sofrem deste transtorno mental se recuperaram de forma fantástica e levam uma vida normal como qualquer pessoa'', afirmou a psicóloga e finalizou: ''Sob este prisma, eu diria que, se não estão curados, falta pouco, pois estão capacitados para uma vida total, integral''.
Saturday, February 09, 2008
Para os momentos difíceis
É incrível como um dia pode ser tão diferente do outro mesmo possuindo os mesmo elementos: o sol, a janela do quarto, as nuvens, o despertador, a cara de sono, olhar-se no espelho enquanto escova os dentes, tomar café da manhã... O fato é que de repente, diante de tantas coisas comuns, de tantas ações parecidas, acontece algo realmente diferente para nós, tornado o dia singular. E percebemos que a vida possui um enigma não decifrado que esconde a fonte de tudo que faz cada dia ser diferente do outro.E percebemos que na vida há coisas tão inevitáveis quanto balançar a cabeça quando escutamos rock in roll e infelizmente tão enfraquecedoras quanto passar um dia inteiro sem comer e tão doloroso quanto uma forte pontada no peito; tão intensa e aparentemente interminável enquanto dói. Chamo essas coisas de momentos difíceis.
Pessoa alguma em bom estado psicológico gosta de passar por eles.
Momentos difíceis não fazem falta a ninguém, mas são esses momentos, assim como outros, que permitem os seres humanos refletirem sobre que tipo de vida estão levando , o que estão fazendo ou deixando de fazer. Muitas vezes esses momentos difíceis aparecem para impulsioná-los a mudar, a tomar decisões concretas, a reconhecer quem são e quem foram as pessoas que verdadeiramente cada um ama e que os ama. É muito difícil aceitar os fatos dolorosos, mas é possível supera-los. Enquanto as lágrimas correm, a vida prossegue e o tempo as faz cessar, afinal, dificuldades não é motivo para desistir da vida e sim motivo para continuar, para fazer de cada pedra atirada em nossos caminhos uma escada para atingir nossos ideais.
Momentos difíceis não fazem falta a ninguém, mas são esses momentos, assim como outros, que permitem os seres humanos refletirem sobre que tipo de vida estão levando , o que estão fazendo ou deixando de fazer. Muitas vezes esses momentos difíceis aparecem para impulsioná-los a mudar, a tomar decisões concretas, a reconhecer quem são e quem foram as pessoas que verdadeiramente cada um ama e que os ama. É muito difícil aceitar os fatos dolorosos, mas é possível supera-los. Enquanto as lágrimas correm, a vida prossegue e o tempo as faz cessar, afinal, dificuldades não é motivo para desistir da vida e sim motivo para continuar, para fazer de cada pedra atirada em nossos caminhos uma escada para atingir nossos ideais.
Thursday, February 07, 2008
O que arte para mim?
Durante a aula de estética da comunicação, a minha professora fez a seguinte pergunta para a classe? O que é arte? será que meu conceito de arte é o mesmo que o seu? e o que é o belo?Naquele momento o conceito de arte vinha em minha mente como imagens, não encontrei imediatamente palavras que pudesse conceituar arte já que ela é tão universal e ao mesmo tempo tão particular, devido a subjetividade de casa ser humano. Mas quando comecei a escrever o texto sobre o filme A Interpret, que você verá mais adiante, surgiu através da inspiração o conceito de arte para mim. E pude ver que arte é ispiração e seu conceito não poderia nascer sem ela.
Para mim a Arte é o resultado do belo e a manifestação plena do espírito, da inteligência, da racionalidade codificada, da visão individual de mundo. É capacidade de compreender o mundo biótico e abiótico, o que é concreto e o que abstrato, a simplicidade e a complexidade, o ódio e o amor. É a sublimação do ser humano atingindo o clímax do que se pode denominar expressão do sentimento, fruição ou ainda manifestação de seus anseios ocultos, misteriosos ou revelação do eu, do pensamento ou da emoção, da sensibilidade diante do tudo ou do nada. A arte é um caminho abstrato por onde os sentimentos passeiam ou correm. Passeiam quando se esta inebriada de emoção, numa instigante busca pela mais bela expressão daquilo que almeja, e correm quando se está saturado de razão, tentando da maneira mais pratica possível desvendar e compreender o que há de mais complexo no mundo real, buscando entender não só o mundo material em si, mas também mundo das idéias.
A arte ensina o homem a compreender o silêncio, revela o íntimo de tudo que se pode ver, e o que não se pode ver. A arte ajuda o homem a sentir, além de oferecer várias formas de como expressar aquilo não consegue dizer. A arte está em tudo e em todos.
E o belo é todo resultado da arte.
Amor é o que?
Amor é o que?Amor, o que é isso?
claro enigma foragido da razão.
Livre prisioneiro de um conto sem fadas
Tão grande, desde pequeno...
E muito maior que a imensidão.
É AMOR...
Eu grito...
É Amor...
Me grito
É Amor...
Te grito...
Grito e até em saturno me escutam
E me escuto.
E da lua me vejo
E te vejo
E não te oculto
Amor, quem te decifras?
Epigrafe que envolve, comove e entorpece
Que colore as noites...
E os dias ainda mais esclarece?
Amor? o que é isso?
é Oxigênio...
é ISTO.
Que tanto penso
E tanto sinto.
Monday, December 31, 2007
Alunos do Colégio Assis Chateaubriand observam céu

Com objetivo de difundir a astronomia, o CAFS , Clube de Astronomia de Feira de Santana, o qual participo, realizou na última quinta-feira dia 20 de dezembro, sua última etapa em 2007 do projeto "De Olho no Céu". Desta vez o evento aconteceu na quadra de esportes do colégio Assis Chateaubriand, no bairro do Sobradinho em Feira de Santana - Ba. Foi mais uma atividade que visa a levar a astronomia às pessoas. A recepção dos alunos foi muito boa e descontraída. Mais de 150 alunos daquela instituição conseguiram apreciar o céu incomensurável, como por exemplo, alguns detalhes das crateras da Lua e não conseguiram conter os comentários diante da admiração. Contudo, a grande atração da noite foi sem dúvida Marte, nunca vista pela maioria dos observadores e que se destaca entre os outros planetas do sistema solar devido a sua cor avermelhada. O planeta vermelho se encontra muito próximo da Terra e pode ser visto a olho nu perfeitamente.Para muitos alunos, essa foi a primeira vez que observaram o firmamento através de um telescópio e puderam conhecer um pouco mais sobre o céu e a localizar algumas constelações, além de aprender os nomes delas.Toda a atividade foi orientada e coordenada pelos membros do CAFS que estiveram nesta bela noite de observação do céu.
Subscribe to:
Posts (Atom)